A profecia maia se realizou... So que de uma forma diferente

19 de nov. de 2009

Capítulo 2 - Não sou o único vivo

Tem uns 13 deles vindo atrás de mim, eles estão por toda parte, vou me esconder nesta casa por um tempo.
Victor acelera a corrida e adentra na casa arrombando a porta, no momento em que ele fecha eles começam a bater e bater na porta, não vai demorar muito até ela ceder. Ele arrasta uma estante até a porta.
- Uf, foi por pouco, preciso tomar mais cuidado.
  A correria havia deixado ele cansado, estava com muita sede, bebeu a garrafa de água inteira. Começou a procurar por mantimentos pela casa, atenciosamente ele olhava por cada comodo da casa. Fora de sua visão, um desses monstros saiu  sorrateiramente e veio se aproximando dele. Até que ele.... o mordeu!
- Arrgh, seu desgrassado.
Disse ele tirando a faca de sua cintura e encravando na cabeça do infeliz. 2 horas depois da mordida Victor começa a se sentir tonto, enjoado, a ultima imagem que viu antes de desmaiar foi um homem apontando uma pistola para sua cabeça.


21/12/12 - 07:23:15
Victor acorda assustado dentro de uma lixeira, que pesadelo infernal, acordara com dor de cabeça. Ele estava preocupado com o sonho, e se fosse uma premonição? Ele redobraria sua atenção a partir de agora. Ele levanta uma parte da velha lixeira, dando uma espiada procurando por alguém ou "aquelas coisas". Sem perigo ele avança, andando, e melhor poupar energia para uma corrida se necessário. A cidade está destruída, carros batidos, casas em chamas e milhares daquelas coisas andando por ai. Victor avista um carro de polícia longe, ele resolve ir até lá, pode haver alguma arma. Ele chega perto do carro, quando tenta forçar a porta ouve-se um barulho de tiro e a janela do carro se quebrando. Ele vira assustado
- Mas que droga foi essa?
- Nossa cara, desculpa ae, achei que você era um deles.
- Nem acredito que não fui o unico que sobreviveu a isso, tu sabe o que que ta acontecendo?
- Nem faço ideia cara, a ultima vez que vi algo na tv tava falando algo que uma experiencia com corpos mortos para cura de doenças, isto  fez com que a produção das células recomeçarem, só que o cérebro só era comandando pelos instintos primitivos, de resto mais nada.
- Deus.... Teu nome .....
- Alberto, o seu ....
- Victor, posso passar uns dias ai na tua casa, estou com um pouco de suprimentos que tinha lá em casa, posso me virar com eles, só quero passar uns dias ai
- Claro, a união faz a força, hehe, a proposito, amanha eu ia sair pra pegar mantimentos no mercadinho, que aqui está acabando, vamo lá.
- Tem mais uma arma?
- Não so essa, porque?
- Nada não, arma e sempre melhor, hehe, mas me acostumei a me defender com a faca mesmo
- Beleza então, amanha cedo agente vai

3 de nov. de 2009

Cápitulo 1 - Ínicio




21/12/12 - 00:34:48

Victor está voltando sozinho da faculdade, derepente ele vê um homem em cima de uma mulher, como se estivessem tendo uma relação sexual, só que muito sangue saia.
- Humph... Que pouca vergonha... PROCUREM UM MOTEL!! - Disse Victor a dupla
Após chegar em sua casa ele vê a mesma cena, sua mãe comendo seu pai, seus orgãos estavam espalhadas pelo chão, ele chega perto, espantado.
- Mãe, que ta acontecendo?
A mãe de Victor olha para ele, com seus olhos brancos, que nem neve, aquela não era sua mãe, ela nunca faria algo com o homem cujo era casado. Victor corre para o andar de cima e pega sua faca de pesca.
- Mãe se afasta eu não quero te machucar.
Ela continuou avançando, quando abriu a boca ele enfiou a faca em sua barriga, ela olhou para sua mão e rugiu, ele a retirou e fincou na cabeça e caiu ao chão, chorando.
- Mas que merda e essa, o que aconteceu com você mãe? - Diz ele aos prantos
Com o lençol de seu quarto ele cobre o corpo de sua mãe, e coloca um bilhete em cima: Mãe, o querida que me criou, me educou e me ensinou, não acredito que tive que mata-la, mas essa não era você, sei que está em um lugar melhor. Ele desce as escadas correndo, quando olha para a sala, ve algo que o espanta, seu pai está de pé, olha para ele e rugi e comessa a caminhar lentamente até ele, muito lentamente. Novamente ele cai aos prantos  finca a faca na testa de seu pai. Ele pega sua mochila da faculdade, coloca 4 garrafas de 600ML de água, 2 pacotes de salgadinho e 2 de bolacha, tudo que ele encontrou, mas que merda, porque o estoque de comida tinha que estar no fim logo hoje???
 Ele pega a chave de casa e sai pela porta, da uma ultima olhada, como se nunca mais pudesse vê-la novamente, tranca a porta e coloca o cadeado.
- Adeus.

Introdução

Muitos não acreditavam neste dia, diziam que era bobagem, que era inventado, que o mundo não poderia ter um fim, mas ele tem, e está acontecendo neste momento. Ninguêm fazia ideia de como essa profecia se realizaria. Mas agora eu descobri como o mundo termina.
Com sua própria espécie dominante, sim, os humanos, se matando, mas não com sua consciência. O inferno invádiu a terra. Os mortos caminham e devoram vivos, como canibais.
  Meu nome? Victor, Minha fámilia? Destruída. Minha vida? Hum... Isso nem eu sei responder.
 O ar e diferente, cheira a carne podre, a sangue, o som? Somente gêmidos e gêmidos, deles, procurando por carne nova. Minha vida se torna um desáfio a cada minuto, mato minha própria espécie para sobreviver. Tenho que ir, já perceberam minha presença, posso ver 10 deles surgindo na esquina.
21/12/12 trata-se do apocalipse maia de 2012, eu sei a profecia, terremotos, maremotos, e bla bla bla, mas quis fazer do meu jeito, o jeito Zumbi, eu não tratarei só de tentar fugir de zumbis, e sim como os civis e outros reagiriam a isso, governo, militares e entre outras, tentando buscar o máximo de realidade possivel
Criticas e Sugestoes > Victor.kenishi@terra.com.br

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